sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

VW Amarok Cabine Simples chega ao Brasil


Além de lançar a série especial Black Gol, a Volkswagen anunciou o lançamento da Amarok com cabine simples no Brasil. A versão já tinha sido apresentada há alguns dias na Europa e chega ao Brasil na configuração de entrada e com opção de tração 4x4.


Segundo a VW, a cabine da Amarok tem 25 centímetros de espaço para bagagens atrás dos bancos. A caçamba também cresceu, com 2,20 metros de comprimento e 1,62 metro de largura e área total de 3,57 metros quadrados. Há seis ganchos para fixar a carga e é possível transportar até 1.142 quilos.

O motor é o 2.0 turbodiesel, que entrega 122 cv e torque máximo de 34,7 mkgf. Já o câmbio é o conhecido manual de seis velocidades. 


A picape é recheada com itens como bloqueio eletrônico do diferencial (EDL), controle de tração (TCS) e controle eletrônico de frenagem (EBC). Os freios com sistema anti-travamento (ABS) possuem distribuição eletrônica de frenagem (EBD) e assistência de frenagem de emergência (BAS).

A versão de entrada tem rádio CD Player com MP3 e entrada auxiliar USB, Bluetooth, ar-condicionado e rodas de aço de 16 polegadas, com opção de um conjunto de rodas de liga leve. A montadora não divulgou os preços da novidade.

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

VW Cross Coupé vem com três motores

A VW entrou na onda dos SUVs cupês, moda lançada pela BMW com o exótico X6. O primeiro estudo da marca na nova área é o conceito Cross Coupé, que estreou nesta quarta-feira (30) no Salão de Tóquio, no Japão. Ainda sem data para ser lançado, o modelo ao menos já nasceu equipado com um novo sistema híbrido.

O protótipo conta com três motores, um bloco TSI (turbocompressor com injeção direta de gasolina) de 150 cv e mais dois elétricos que atuam de maneira separada. O primeiro vai no eixo frontal e gera 54 cv, enquanto o segundo, na traseira, desenvolve mais 115 cv.

Essa configuração, segundo a explicação da marca, permite ao híbrido rodar de três maneiras distintas. Há a opção de utilizar somente o motor a gasolina, que traciona apenas as rodas dianteiras. Se for necessária tração integral, entra em ação o motor elétrico do eixo traseiro. Por fim, ainda é possível conduzir o protótipo somente por eletricidade (com tração 4x4), o que limita sua autonomia a 40 km. Já o consumo do motor a combustão fica na casa dos 37 km por litro.


De tanque cheio e baterias de íon lítio com carga total, a Volkswagen afirma que o Cross Coupé pode encarar uma viagem de até 855 km sem paradas. A recarga do sistema elétrico é tão fácil quanto parar no posto e encher o tanque de gasolina. Basta ligar o veículo em alguma tomada de 230V e esperar (a marca não diz quanto). Tem também a ajuda dos freios regenerativos, que transforma a energia cinética das frenagens em mais eletricidade para a bateria.

Apesar da motorização “comportada”, o veículo também esboça alguns lampejos de esportividade. De acordo com a montadora, o conceito acelera do 0 aos 100 km/h em 7 segundos e atinge 201 km/h de velocidade máxima, limitada eletronicamente.


Nas fotos, o Cross Coupé aparenta ser um jipão de grande porte, como um Touareg ou a picape Amarok, mas é só pose. O design “musculoso” passa essa impressão, pois o carro é mais largo do que o usual na indústria: 1,86 metro de largura. Já o comprimento fica em 4,34 m e a altura em 1,52 m, posicionando o conceito, em tamanho, entre o Golf e Tiguan. Ele ainda carrega os detalhes da identidade visual da VW, com a grade cromada e os faróis com LEDs.

Por ser um carro do "futuro", a cabine tem tudo que um automóvel de luxo atual possui, mas desenhado para transmitir mais modernidade. O painel de instrumentos é todo digital, o que também o faz ficar muito colorido, enquanto ao lado há uma tela onde o motorista acessa as demais funções do veículo, como o computador de bordo, GPS e, no caso deste carro, o modo de operação do sistema de propulsão híbrida.


Fonte: Carros IG

Volkswagen lança Black Gol por R$ 34.320

Campeão em agregar séries especiais à sua linha, o Volkswagen Gol passa a ser oferecido a partir deste mês na versão Black Gol, que parte de R$ 34.320. Serão apenas 800 unidades mensais, produzidas até junho e disponíveis apenas com motorização 1.0, de 74 cavalos.


O Black Gol justifica o nome ao trazer quase tudo pintado de preto. Externamente, retrovisores, maçanetas, frisos laterais e spoiler traseiro vêm na cor Preto Ninja, enquanto a região da placa traseira é recoberta com uma película adesiva, material que se repete nas colunas laterais. Os faróis também são escurecidos, e as rodas aro 14 são cinza.


O habitáculo também recebeu o tratamento diferenciado: teto e colunas são revestidos de preto, assim como os bancos, que recebem o logotipo da série nos encostos dianteiros, assim como as soleiras das portas. Externa e internamente, o resultado da nova roupagem é de bom gosto, sem forçar a barra ou tirar a dignidade do modelo, que se prepara para uma iminente reestilização.


Entre os equipamentos de série estão direção hidráulica, banco traseiro rebatível, chave canivete sem controle remoto, rádio, computador de bordo I–System e preparação para som com seis alto-falantes.


quarta-feira, 30 de novembro de 2011

VW Cross Coupe Concept: SUV ou cupê 4 portas?

O Salão de Tóquio começa amanhã, mas isso não impediu a Volkswagen de revelar seu mais novo conceito, o VW Cross Coupe Concept, um híbrido que é a mistura entre um SUV compacto e um cupê quatro-portas. O resultado disso é um carro menor que o VW Tiguan, com tração integral e três motores.

A idéia de ter três motores gera um dado interessante para o carro. Conectado às rodas dianteiras está um motor turbo a gasolina de 150 cv e um motor elétrico de 54 cv. Normalmente, esses são os motores a serem usados. Se o motorista ativar o modo elétrico ou o Cross Coupe precisar de tração integral, o motor das rodas traseiras é ativado, gerando mais 115 cv. A conta daria 327 cv, mas o carro está limitado para produzir apenas 265 cv, ainda assim um número de respeito.

Para esse projeto, a VW eliminou o eixo convencional, deixando os eixos dianteiro e traseiro separados e aproveitou o espaço livre no meio do carro para colocar as baterias, adicionando um centro de gravidade baixo. Com toda essa tecnologia, o híbrido vai de 0 a 100km/h em 7 segundos e chega a 201km/h. A VW diz que ele é capaz de andar por 40km usando apenas os motores elétricos.


















segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Amarok cabine simples estreia na Europa


A picape Amarok é feita na Argentina, pertinho do Brasil, mas a Volkswagen ainda poupa suas energias na hora de aumentar a gama do veículo no país. No exterior, a camionete já é oferecida em versões com o moderno câmbio automático de 8 marchas e o motor a gasolina da premiada família TSI (turbo com injeção direta). E tem mais.

A montadora anunciou nesta quarta-feira (23) a chegada da Amarok cabine simples ao mercado europeu, onde é oferecida com motor 2.0 TDI de 122 cv ou 163 cv, as mesmas configurações disponíveis para o modelo com cabine dupla no mercado brasileiro.

Segundo informações do fabricante, a Amarok “single cab” pode carregar até 1,2 tonelada em sua caçamba ou então 2,8 toneladas de reboque na versão com motor mais potente. A capacidade também não varia com a alteração da tração, que pode ser somente nas rodas traseiras ou integral, com sistema 4Motion.


O utilitário na nova configuração vai da Argentina para a Europa já equipado com quatro airbags e controle de estabilidade. Como opcional, a lista de itens pode ser ampliada com rodas de alumínio aro 18” ou 19”, sistema de navegação GPS e para-choques pintados na cor do veículo.

De acordo com o departamento de comunicação da Volks do Brasil, a Amarok cabine simples tem previsão de chegada para 2012. Entretanto, ainda não há uma data definida. No mercado nacional a picape parte de R$ 88.990 na versão de entrada com tração 4x2 e pode chegar perto dos R$ 130.000 na opção top linha Highline.

Fonte: Carros IG

Kombi, primeiro VW, atinge marca de 1,5 milhão

A Kombi já virou peça de museu na Alemanha. No Brasil o modelo foi lançado em 1957. Na última semana, a Volkswagen atingiu a marca de 1,5 milhão de unidades produzidas na fábrica da via Anchieta, em São Bernardo do Campo (SP). Lançada no país em 1957, a Kombi foi o primeiro modelo feito pela marca alemã no mercado nacional.


Em seu primeiro ano de produção, foram 370 unidades emplacadas. Com cinco anos de mercado, ela já acumulava 41.083 unidades comercializadas. Nos primeiros dez anos, esse volume mais do que dobrou, passando para 110.599 unidades acumuladas desde 1957.

Segundo a Volkswagen, o sucesso se deve à combinação entre transporte de cargas e passageiros com baixo custo de manutenção. Ao longo dos seus 54 anos de produção no Brasil, o veículo acumulou 1.404.083 unidades vendidas. Hoje ela responde por 3,3% do segmento de comerciais leves, com 20.917 unidades comercializadas no acumulado entre janeiro e outubro deste ano.


Sua linha de produção trabalha em dois turnos e tem 304 colaboradores na área de pintura, 218 no setor de armação e outros 214 na montagem final. É pelas mãos desses 736 funcionários que são fabricadas 145 unidades diárias do modelo, que conquistou fãs famosos, como o jornalista Heródoto Barbeiro.

Hoje a Kombi está disponível em quatro versões: Standard (nove passageiros), Furgão (dois ou três passageiros), Lotação (12 passageiros) e Escolar (15 passageiros). Seus preços começam em R$ 44.760 (Furgão) e R$ 48.850 (Standard). Nos anos 90, o modelo suportou toda sorte de concorrência de modelos importados.

"A Kombi não tem concorrentes diretos no mercado nacional, pois não há maneira mais barata e eficiente de se transportar uma tonelada de carga coberta", afirma Marcelo Olival, gerente-executivo de vendas e marketing de comerciais leves da Volkswagen do Brasil.

História

A Kombi foi idealizada pelo holandês Ben Pon na década de 40, que pretendia incluir o confiável conjunto mecânico do Fusca em um veículo leve de carga. A produção do modelo começou na Alemanha, em 1950. O destaque era a carroceria monobloco, a suspensão reforçada e o motor traseiro, refrigerado a ar, de 25 cv de potência.

Em 1957 foram fabricadas as primeiras unidades no Brasil. Com um índice de nacionalização de 50%, a Kombi tinha motor de 1.200 cm³ de cilindrada. Menos de quatro anos mais tarde chegou ao mercado o modelo de seis portas, nas versões luxo e standard, com transmissão sincronizada e índice de nacionalização de 95%. A versão picape surgiu em 1967, já com motor de 1.500 cm³ e sistema elétrico de 12 volts.




A trajetória internacional da Kombi se inicia com a história das exportações da Volkswagen do Brasil nos anos 70 para mais de cem países. Os principais mercados externos da Kombi foram Argélia, Argentina, Chile, Peru, México, Nigéria, Venezuela e Uruguai.

Uma versão mais moderna chegou em 1997 com o nome de Kombi Carat, apresentando novas soluções, como teto mais alto, porta lateral corrediça e a ausência da parede divisória atrás do banco dianteiro. No final de 2005, a Kombi passou a ser equipada com o motor 1.4 Total Flex arrefecido a água, até 34% mais potente e cerca de 30% mais econômico do que o antecessor refrigerado a ar. Com o novo motor, a Kombi desenvolve potência de 78 cv com gasolina a 80 cv com etanol.



sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Dicas de direção defensiva

Ao dirigir à noite

- Pilotar à noite, em função da falta de visibilidade, exige que o motorista diminua a velocidade e aumente a distância segura.
- Essas atitudes são necessárias por parte do condutor porque a visibilidade humana é reduzida para 1/6 em relação à vista durante o dia. Daí a noção de profundidade diminui e a visão dos espaços é imprecisa além da dificuldade em perceber movimentos.


Ao dirigir na chuva.

- A segurança do motorista ao dirigir na chuva pode estar no conhecimento de dois aspectos: Aderência e Visibilidade.
- Os primeiros pingos de chuva ou a garoa não formam volume de água suficiente para tirar da via poeira, óleo ou resíduos de borracha que se acumulam com o tráfego.
- Com isso a pista fica extremamente escorregadia, por isso nesse momento, diminua a velocidade e não use o freio bruscamente.
- Com volume maior de chuva a velocidade reduzida diminui a chance do veículo aquaplanar. Acima de 50 km/h, os pneus podem não mais cortar a camada de água e o veículo se desgoverna podendo derrapar e o motorista perder totalmente o controle sobre ele.
- Por isso, independentemente da quantidade de água na pista, diminua a velocidade e aumente a distância de outros veículos.


Velocidade

- A velocidade máxima permitida nem sempre é uma velocidade segura. O bom senso manda que a velocidade do veículo na prática da Direção Defensiva, seja compatível com todos os elementos do trânsito. - A velocidade excessiva reduz o tempo disponível para uma reação eficiente, em caso de um imprevisto.
- A velocidade deve ser compatível com as condições locais: o tipo de piso, condições climáticas, quantidade e posição de pedestres, motociclistas, caminhões e elementos do trânsito.
- Quanto maior e mais pesado o veículo, menor é a capacidade de manobras em velocidade.
- Frenagens e reduções devem ser feitas gradualmente.
- Nas frenagens de emergência, instintivamente “afundamos” o pé no freio, causando um travamento das rodas. Com as rodas travadas o veículo percorre um espaço maior para parar e não obedece mais a direção dada pelo motorista.


Em Ultrapassagens

Ultrapassagens mal feitas, aliadas a excesso de velocidade, patrocinam os acidentes mais graves e normalmente com vitimas fatais. Para ultrapassar com segurança:

- Ultrapasse somente em locais onde isso seja permitido, em plenas condições de segurança e visibilidade.
- Ultrapassar somente pela esquerda.
- Antes de ultrapassar, não “colar” no veículo da frente para não perder o ângulo de visão.
- Certifique-se que há espaço suficiente para executar a manobra.
- Conferir, pelos retrovisores, a situação do tráfego atrás do seu veículo.
- Verificar os pontos cegos do seu veículo.
- Se houver alguém iniciando uma manobra de ultrapassagem, facilitar e aguardar um outro momento.
- Se todas as condições forem favoráveis, incluindo a potência suficiente para realizar a manobra, sinalizar com antecedência.
- Avise os outros condutores sobre sua intenção utilizando sinal de luz ou breves toques na buzina.
- Para retornar à faixa, conferir pelo retrovisor da direita até ver a frente do veículo ultrapassado.
- Jamais ultrapassar em curvas, túneis, viadutos, aclives, lombadas, cruzamentos e outros pontos que você não veja e seja visto.