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sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Manutenção dos freios: dicas de segurança para o seu veículo

O bom funcionamento dos freios do seu carro exige cuidados no uso e na manutenção.
A manutenção correta se faz através da verificação do nível do fluido de freio e do material de atrito – as pastilhas, no freio a disco, e as lonas, no sistema a tambor.

Fluído de freio

O óleo de freio é um líquido sintético com a característica de ser indeformável que circula pela tubulação e é o responsável por transmitir a pressão que faz acionar as lonas e pastilhas contra os tambores e discos.
O óleo de freio deve ser verificado todas as semanas e, se necessário, deve ser completado utilizando sempre fluído da mesma marca. Sua substituição total deve ser feita anualmente ou a cada 10.000km rodados.

Pastilhas e lonas de freio

Existem algumas pastilhas que avisam o momento da troca. Quando estão gastas, o indicador de desgaste produz um som agudo. Outras possuem um sensor que acende uma luz no painel. Para aquelas pastilhas sem indicador, há uma abertura para inspeção na pinça, em que é possível observar o quanto ainda resta. Verifique o estado das pastilhas a cada 10 mil quilômetros.

As lonas devem ser trocadas entre 25 mil e 40 mil quilômetros. Nesse tempo, os tambores também devem ser checados.

Além da manutenção alguns cuidados podem prolongar a vida útil dos freios de seu carro. Evite o usar o freio de forma brusca, pise progressivamente e com antecedência e ao acioná-los em descidas procure estar sempre com uma marcha engatada, isso evita o desgaste das pastilhas e discos.

Freio de mão

O freio de mão ou freio de estacionamento trava as rodas traseiras do carro, ele funciona tanto nos discos ou nos tambores de freio dependendo do tipo do seu carro. A alavanca do freio de mão alta sinaliza que ele está desregulado. A regulagem ideal é 4 cliques ou 4 dentes.

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Gol G4, novo Gol, Golf e Kombi ganharam mudanças nos retrovisores

Os espelhos retrovisores estão entre os equipamentos de segurança ativa mais importantes presentes nos automóveis. Usados de forma quase inconsciente, eles são fundamentais para evitar situações de risco e acidentes, pois sua principal função é ampliar a visão do motorista para ajudá-lo a se locomover de uma maneira mais segura.



Desde 1º de janeiro, os espelhos instalados nos automóveis e utilitários nacionais deverão seguir uma nova norma estabelecida pelo CONTRAN (Conselho Nacional de Trânsito). A resolução 226/07 é inspirada nas normas de segurança vigentes na Europa e, basicamente, amplia o campo de visão em largura e altura, aumentando a segurança nas ultrapassagens, mudanças de faixa ou ao sair e entrar em vagas paralelas.

“Os novos espelhos já estavam sendo adotados em alguns modelos da Volkswagen do Brasil ou naqueles que passaram por mudanças externas, ao longo de 2011. O Novo Fox, por exemplo, foi lançado no segundo semestre de 2009 já com retrovisores adequados à nova legislação. O Polo Hatch e o Polo Sedan também ganharam novos espelhos em julho de 2011, quando passaram por atualizações no design e no conteúdo”, afirma Antônio Carnielli, gerente-executivo de Engenharia de Carroceria, Acabamento e Segurança Veicular da Volkswagen do Brasil.

Em dezembro, toda a gama de veículos da Volkswagen fabricados no Brasil foi atualizada: as famílias Gol G4, Novo Gol, Golf e a Kombi começaram 2012 com novos retrovisores. Os demais modelos da marca já atendiam às especificações, mesmo antes da lei entrar em vigor.

Maior campo de retrovisão

De acordo com a legislação, o motorista deve ser capaz de enxergar uma faixa de estrada com quatro metros de largura em ambos os lados, a partir de vinte metros atrás dos pontos oculares do condutor. Além disso, na região mais próxima, deve-se ter visibilidade lateral mínima de um metro, quatro metros para trás, também nos dois lados do veículo.




Para aumentar o campo de retrovisão e evitar que o retrovisor torne-se muito grande, o que perturba a harmonia de design do veículo, a solução técnica encontrada foi a adoção de lentes convexas, que ampliam a visão sem a necessidade de aumentar muito o corpo do espelho retrovisor.


Fazendo a mudança

As alterações nos retrovisores exigiram bastante trabalho por parte da Engenharia da Volkswagen, além dos fornecedores desses componentes. Para começar, a resolução do CONTRAN é extremamente exigente e detalhada: são 38 páginas, incluindo especificações técnicas e descrições dos mais variados testes.

“As modificações adotadas levaram à realização de 90 testes de medição do campo de retrovisão, além de 80 testes de impacto. Uma preocupação dos técnicos e engenheiros foi conseguir ampliar o ângulo de reflexão com o mínimo de distorção das imagens, uma tarefa bastante complicada”, explica Antônio Carnielli.

Como a área das lentes dos retrovisores foi aumentada, foi necessário projetar novas estruturas externas e adaptar mecanismos de ajuste, sejam manuais ou elétricos. A fixação na carroceria e a resistência às vibrações também mereceram atenção e cuidados.

A alteração afetou ainda a aerodinâmica dos carros, aumentando – mesmo que pouco – a área frontal. Foram realizados novas simulações e novos testes em túnel de vento. No total, dezenas de técnicos e engenheiros da Volkswagen e fornecedores atuaram durante dois anos para concretizar as modificações.

A preocupação com os detalhes é uma constante na Volkswagen e é através dela que os veículos da marca atingem patamares de qualidade acima da média do mercado brasileiro e internacional. A alteração dos retrovisores é um exemplo da complexidade exigida para fazer produtos capazes de atender e superar as expectativas dos consumidores.


Tecnologia pela segurança

E não é de hoje que a Volkswagen desenvolve tecnologias para potencializar a segurança de seus modelos. Além de oferecer espelhos retrovisores com luz de seta integrada desde o Novo Gol, a Volkswagen conta com sistemas inovadores, como é o caso do Side Assist, disponível para a linha Touareg, que auxilia o motorista nos chamados “pontos cegos”. Dois sensores por radar, posicionados na traseira do Touareg, monitoram a aproximação de outros veículos na faixa ao lado. Quando isso ocorre, o motorista é alertado por LEDs piscantes posicionados na base dos espelhos retrovisores externos. Este sistema é extremamente útil em situações em que o motorista inicia uma troca de faixa e outro carro se aproxima em alta velocidade.

5 dicas para dirigir com segurança nas estradas

A Via Serra separou 5 dias para você guiar com mais segurança nas estradas.

1 - Respeite o seu limite. Em caso de sono, cansaço ou enjôo, pare ou passe o volante para outra pessoa. Nunca beba antes de dirigir. Procure descansar a cada duas ou três horas e alongue o corpo.

2 - Respeite o limite do carro. Sinta o veículo e procure conhecer suas reações e o tempo que ele leva para acelerar. Na dúvida, não ultrapasse. Entenda que ele é uma extensão do seu corpo. Movimentos bruscos podem resultar em acidentes.

3 - Respeite o limite da rodovia. Não só a indicação de velocidade, mas também os limites impostos pelas condições do asfaltamento (piso ruim prejudica a aderência e as frenagens) e de visibilidade (na chuva e na neblina, vá mais devagar).

4 - Respeite os outros motoristas. Mantenha distância, use a pista da esquerda só para ultrapassagens, sinalize todas as suas manobras e ande de farol baixo ligado mesmo durante o dia.

5 - Acima de tudo, respeite a vida. Use cinto de segurança e faça com que todos os passageiros, inclusive os que viajam no banco traseiro, também estejam protegidos.

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

Viagem segura com revisão de férias


O motorista deve ter cuidados básicos com o veículo para garantir o seu bom funcionamento. Antes de sair para viajar, é importante fazer a revisão em itens de segurança do veículo que, além de contribuírem para prevenção de acidentes, evitam multas e pontos na carteira.
Dados apurados durante as Inspeções Veiculares Gratuitas, realizadas pela CET e Agenda do Carro, de setembro de 2008 a maio de 2009, mostram que o motorista não tem o hábito de fazer a manutenção preventiva de seu veículo, conforme orientação do manual do fabricante. Dos 1.100 carros avaliados, 91% apresentaram um ou mais itens comprometidos, sendo que 82% dos casos foram considerados problemas graves, como freio, suspensão, vazamento de óleo, entre outros.

Para facilitar a revisão, o check-list da manutenção é dividido em partes como:

Freios
- Reservatório do líquido de freio
- Freio de estacionamento

Pneus e rodas
- Estado geral de fixação de rodas (falta de parafusos, trincas ou amassados na parte externa e corrosão acentuada)
- Desgaste geral da banda de rodagem (pneus com profundidade de sulco superior a 1,6 mm)

Direção (volante e coluna)
- Verificar se há folgas ou se está danificado

Suspensão
- Amortecedores, bandejas, braços e pivôs são itens que exigem equipamentos específicos para checagem. É importante examiná-los em uma oficina especializada.

Equipamentos obrigatórios
- Limpador e lavador do pára-brisa
- Extintor de incêndio
- Buzina
- Cintos de segurança
- Triângulo de segurança  
- Estepe

Sinalizações
- Luz indicadora de direção (setas)
- Luz de freio
- Luz indicadora de posição
- Luz de ré

Iluminação
- Lâmpadas dos faróis principais
- Lâmpadas de iluminação da placa traseira

Motor
- Verificar se há vazamento de óleo

Climatização
- Funcionamento do ar quente irregular
- Funcionamento do ar frio irregular

Arrefecimento
- Nível do líquido
- Ausência de aditivo
- Vazamento

Correias auxiliares
- Estado de desgaste (troca ou ajuste)

Filtros de ar, óleo, combustível e cabine
- Estado geral, trocar sempre que necessário para aumentar a vida útil e desempenho do motor do carro

Alternador e bateria
- Checar a tensão de carga

Levando o veículo em uma oficina de confiança para checar todos os itens citados acima, o motorista previne quebras inesperadas, garante a segurança no trânsito, melhora o desempenho e diminui o excesso de consumo de combustível provocado por motor desregulado e a falta de manutenção adequada, deixando de trocar peças, como filtro de ar, no prazo determinado pelo manual do fabricante.
Fonte: Carro100

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Entenda a importância da geometria, balanceamento e rodízio de pneus

Seu carro está "puxando" para um lado? O volante trepida quando você ultrapassa os 60km/h? Os pneus estão mais gastos de um lado? Então está na hora de fazer geometria e balanceamento no seu veículo.

Quando um veículo está sendo projetado, faz-se necessário estabelecer um conjunto de regras que definam as medidas entre eixos e ângulos de inclinação das rodas o qual podemos denominar Geometria da Suspensão, mais conhecido como Alinhamento de Direção ou Rodas. Um veículo que não estiver com as especificações geométricas da suspensão em conformidade com o fabricante (em função de impactos fortes), estará sujeito a sofrer arrasto dos pneus em curva, desequilíbrio das forças que atuam no veículo quando em sentido de marcha (puxando para o lado), desgaste prematuro e irregular dos componentes da suspensão e pneus.

Para obtenção de um desempenho estável e confiabilidade na direção faz-se necessário manter-se as medidas fornecidas pelo fabricante, dentro de uma revisão preventiva que não exceda o limite e tempo de quilometragem, garantindo assim um perfeito contato do pneu com o solo, uma adequada distribuição de carga nas rodas, além de favorecer um trabalho suave das molas, amortecedores e propiciando melhor dirigibilidade e segurança.

Os aparelhos de medição da geometria podem ser do tipo mecânico (mais antigo), ótico, a lazer e computadorizado com relatório impresso. Todos os aparelhos tem condições de propiciar bons resultados, e o fator mais importante é ter um profissional treinado para o uso adequado do equipamento, conhecendo-se os ângulos corretos de cada veículo.

Balanceamento


O Balanceamento de rodas consiste em equilibrar (compensar) o excesso ou má distribuição de massas no conjunto pneu e aro. O contra peso (chumbo) é utilizado para compensar a área da roda que apresenta desigualdade de peso favorecendo o equilíbrio no conjunto. Um veículo que apresenta uma vibração na carroçaria a uma velocidade acima dos 60 Km/h pode ter como causa o desbalanceamento das rodas
traseiras, sendo que nas mesmas condições de dirigibilidade se a vibração for sentida
no volante de direção, teremos um provável desbalanceamento nas rodas dianteiras.
Com o tempo, esse chumbo poderá cair, ou descolar, fazendo com que a roda fique desbalanceada (explicando a trepidação), provocando um desgaste precoce do pneu.
O balanceamento pode ser feito tanto com as rodas no carro (usando balanceador local), como com as rodas fora do carro (balanceador de coluna).


Rodizío de Pneus

Rodízio é o nome dado ao ato de inverter os pneus entre os eixos dianteiro e traseiro. Serve para que os mesmos tenham um desgaste uniforme, aproveitando o máximo deles.

O recomendado é fazer Geometria, Balanceamento e Rodízio a cada 8.000km, podendo-se prorrogar no máximo até 10.000km, em casos normais. Mesmo se o veículo aparentemente não necessitar de tal manutenção, ela é necessária.

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Dicas de direção defensiva

Ao dirigir à noite

- Pilotar à noite, em função da falta de visibilidade, exige que o motorista diminua a velocidade e aumente a distância segura.
- Essas atitudes são necessárias por parte do condutor porque a visibilidade humana é reduzida para 1/6 em relação à vista durante o dia. Daí a noção de profundidade diminui e a visão dos espaços é imprecisa além da dificuldade em perceber movimentos.


Ao dirigir na chuva.

- A segurança do motorista ao dirigir na chuva pode estar no conhecimento de dois aspectos: Aderência e Visibilidade.
- Os primeiros pingos de chuva ou a garoa não formam volume de água suficiente para tirar da via poeira, óleo ou resíduos de borracha que se acumulam com o tráfego.
- Com isso a pista fica extremamente escorregadia, por isso nesse momento, diminua a velocidade e não use o freio bruscamente.
- Com volume maior de chuva a velocidade reduzida diminui a chance do veículo aquaplanar. Acima de 50 km/h, os pneus podem não mais cortar a camada de água e o veículo se desgoverna podendo derrapar e o motorista perder totalmente o controle sobre ele.
- Por isso, independentemente da quantidade de água na pista, diminua a velocidade e aumente a distância de outros veículos.


Velocidade

- A velocidade máxima permitida nem sempre é uma velocidade segura. O bom senso manda que a velocidade do veículo na prática da Direção Defensiva, seja compatível com todos os elementos do trânsito. - A velocidade excessiva reduz o tempo disponível para uma reação eficiente, em caso de um imprevisto.
- A velocidade deve ser compatível com as condições locais: o tipo de piso, condições climáticas, quantidade e posição de pedestres, motociclistas, caminhões e elementos do trânsito.
- Quanto maior e mais pesado o veículo, menor é a capacidade de manobras em velocidade.
- Frenagens e reduções devem ser feitas gradualmente.
- Nas frenagens de emergência, instintivamente “afundamos” o pé no freio, causando um travamento das rodas. Com as rodas travadas o veículo percorre um espaço maior para parar e não obedece mais a direção dada pelo motorista.


Em Ultrapassagens

Ultrapassagens mal feitas, aliadas a excesso de velocidade, patrocinam os acidentes mais graves e normalmente com vitimas fatais. Para ultrapassar com segurança:

- Ultrapasse somente em locais onde isso seja permitido, em plenas condições de segurança e visibilidade.
- Ultrapassar somente pela esquerda.
- Antes de ultrapassar, não “colar” no veículo da frente para não perder o ângulo de visão.
- Certifique-se que há espaço suficiente para executar a manobra.
- Conferir, pelos retrovisores, a situação do tráfego atrás do seu veículo.
- Verificar os pontos cegos do seu veículo.
- Se houver alguém iniciando uma manobra de ultrapassagem, facilitar e aguardar um outro momento.
- Se todas as condições forem favoráveis, incluindo a potência suficiente para realizar a manobra, sinalizar com antecedência.
- Avise os outros condutores sobre sua intenção utilizando sinal de luz ou breves toques na buzina.
- Para retornar à faixa, conferir pelo retrovisor da direita até ver a frente do veículo ultrapassado.
- Jamais ultrapassar em curvas, túneis, viadutos, aclives, lombadas, cruzamentos e outros pontos que você não veja e seja visto.