Volkswagen realizando seus testes...
quarta-feira, 11 de maio de 2011
VW lança série comemorativa do Golf GTi
Versão esportiva do hatch médio faz 35 anos com edição limitada
Golf GTi 35 Edtion: para-choques reestilizados, rodas exclusivas e 235 cavalos no motor 2.0 turbo, um ganho de 25 cv de presente da VW
No final de março, a preparadora Roxxity Limited resolveu sair na frente da Volkswagen e passou a oferecer um kit em homenagem aos 35 anos do Golf GTi. Agora, a fabricante alemã apresenta sua versão oficial que comemora as três décadas e meia do hatch esportivo com para-choques reestilizados, rodas exclusivas e a inscrição “35” nas soleiras das portas.
Para agradar os fãs do modelo, a marca alemã ainda resolveu aumentar um pouco mais a potência do motor 2.0 turbo. Dos 210 cavalos do GTi convencional, a série limitada passou a 235 cv. É menos do que os 260 cv do Golf tunado pela preparadora, mas com garantia de fábrica. A apresentação oficial do “Edition 35” será no próximo dia 1º de junho, na Alemanha, quando haverá um grande encontro de proprietários do modelo.
Bancos com largos apoios laterais também contam com a inscrição "35" nos encostos para identificar a série limitada
Para-choque traseiro da edição limitada que ganhou novos detalhes estéticos é a única diferença em relação às demais versões do GTi
Fonte: Auto Esporte
VW e Microsoft firmam parceria
Acordo prevê desenvolvimento de novo sistema ligado à conectividade a bordo
A Volkswagen e a Microsoft assinam um acordo que permite o uso de uma nova tecnologia batizada como exFAT pela gigante norte-americana do ramo de software. Com isso, a marca alemã poderá ter em seus futuros projetos sistemas ligados à conectividade a bordo que oferecem mais velocidade com menos gasto de memória. Além disso, consegue-se ter uma fonte multimídia confiável a bordo
“Nosso novo sistema exFAT permite baixar arquivos pesados de audio e vídeo de maneira mais rápida e ocupando um espaço menor na memória”, explica Daivid Kaefer, gerente geral do departamento de propriedade intelectual de licenças da Microsoft. A empresa assinou acordos parecidos também com a Panasonic, Sony, Olympus, Sanyo, entre outras marcas.
A Volkswagen e a Microsoft assinam um acordo que permite o uso de uma nova tecnologia batizada como exFAT pela gigante norte-americana do ramo de software. Com isso, a marca alemã poderá ter em seus futuros projetos sistemas ligados à conectividade a bordo que oferecem mais velocidade com menos gasto de memória. Além disso, consegue-se ter uma fonte multimídia confiável a bordo
“Nosso novo sistema exFAT permite baixar arquivos pesados de audio e vídeo de maneira mais rápida e ocupando um espaço menor na memória”, explica Daivid Kaefer, gerente geral do departamento de propriedade intelectual de licenças da Microsoft. A empresa assinou acordos parecidos também com a Panasonic, Sony, Olympus, Sanyo, entre outras marcas.
Fonte: Auto Esporte
segunda-feira, 9 de maio de 2011
VW vai lançar híbridos plug-in em 2013
A Volkswagen anunciou que pretende lançar seus primeiros modelos híbridos do tipo plug-in (com baterias que podem ser recarregadas em qualquer tomada doméstica) a partir de 2013.
Segundo o presidente da VW, Martin Winterkorn, “a médio prazo, os veículos híbridos do tipo plug-in oferecem grande potencial por combinarem o melhor dos dois mundos em apenas um veículo”.
Embora a empresa não tenha antecipado quais modelos vão aderir à novidade sustentável, a marca já mostrou anteriormente um protótipo do Golf - apresentado em 2008, ainda na quinta geração do carro - e um Audi A5 e-tron equipado com este tipo de tecnologia.
Fonte: Quatro Rodas
domingo, 8 de maio de 2011
Os carros mais vendidos no Brasil desde 1959
Campeões de Venda no Brasil em todas as categorias – primeiros lugares – desde 1959:
| Anos | Marca | Modelo | Tempo na liderança |
| 1959 a 1982 | VolksWagen | Fusca | 23 anos |
| 1983 | Chevrolet | Chevette | 1 ano |
| 1984 a 1986 | Chevrolet | Monza | 3 anos |
| 1987 a 2010 | VolksWagen | Gol | 24 anos |
Para ajudar a entender os cenários em que os modelos acima foram campeões e também quem eram seus concorrentes, vamos a um resumo do mercado de automóveis e utilitários por década, dos anos 50 até os dias de hoje.
1951 a 1960 – O BR estava na era Juscelino Kubitscheck (1956 a 1961) que foi um incentivador da indústria automobilística no Brasil. Nesta década, havia os VW Fusca e Kombi 1200, Karmann Ghia, DKW-Vemag motor dois tempos, Simca, Willys Overland e importados americanos e europeus de décadas anteriores, FNM-Alfa Romeo e os primeiros Toyota Bandeirante feitos aqui. Ford e GM já montavam utilitários, como furgões, camionetas e caminhões com peças vindas de fora.
1961 a 1970 – Surgem VW Variant e VW 1600 4 portas (Zé do Caixão) , VW TL e Fusca 1500 (Fuscão), Ford Corcel, Chevrolet Opala, Willys Dauphine e Gordini, Karmann Ghia TC e Puma. Em 1969 é inaugurada a Gurgel. Picapes Ford, Dodge e Chevrolet (incluindo a Veraneio) também estavam disponíveis.Ford lança o grande e luxuoso Galaxy / LTD e Willys oferecia Aero e Itamaraty. Na política, inicia-se a ditadura militar em 1964.
1971 a 1980 – Surgem Brasília, Variant II e o inovador VW Passat 1500 a água com tração dianteira; alguns anos depois ele ganha o 1600 . Vêm também os esportivos VW SP1 e SP2. Chega a Fiat em 1976 com o 147. Em maio de 1980 é lançado o Gol 1300 a ar com tração dianteira. Mais modelos da Gurgel. Chevrolet Chevette é a grande novidade da Chevrolet na década. Caravan aparece no meio da década. Belina 1 e novas versões do Corcel são as novidades da Ford. Um carro médio interessante e bem acabado foi o Dogde Polara 1.8 (Dodginho), com opção de câmbio automático. Década dos verdadeiros esportivos e dos luxuosos, como Maverick, Opala e Caravan SS, Landau e os Dodge Charger, Dart, Magnum e Grand Sedan.
1981 a 1990 – Muitas novidades desde o comecinho da década. E o álcool se consolida. Surgem Monza Hatch, Sedan 2 e 4 portas, Chevy 500 e Marajó, Kadett e Ipanema, picape D20. Volks aumenta a família Gol com lançamento de Saveiro, Voyage e Parati e inova com o luxuoso Santana e sua versão SW, a Quantum. Fusca sai de linha em 1986. Fiat traz Oggi, Uno, Elba, Picape City, Prêmio / Duna e Fiorino. Muitos fora-de-série da Sulam, Envemo, Puma, Bianco e várias outras, incluindo a onda das picapes transformadas. Da Ford vêm Corcel e Belina II, Pampa, Escort e Del Rey. Curiosidade: existiu Pampa e Belina 4 x 4. Política e economicamente, volta a democracia com eleições ainda indiretas em 1985, que elegeram Tancredo Neves. A inflação teve seu ápice em 1989, chegando a 3% ao dia. Depois, muitos anos de recessão. Em 1989, Fernando Collor de Mello é eleito Presidente em eleições diretas.
1991 a 2000 – Novo Santana, Novo Monza, Nova Família Gol e outras reestilizações. Inteiramente novos: Corsa, Omega e Astra. Presidente Collor reabre as importações em 90 e nossas ruas ganham Toyotas, Nissans, Audis, BMWs, Mercedes, Volvos, Mitsubishis e modelos importados pelas 4 Grandes, como VW Golf e Ford Mondeo. Fiat surpreende com Tempra e traz o Tipo da Itália. Ford e VW se unem formando a AutoLatina. Lançam os clones Verona-Apollo e Santana-Versailles. Vários Ford ganham motores AP da VW e alguns VW ganhom CHT da Ford. Começa o divórcio e Logus substitui Apollo, VW Pointer é apresentado e o novo Verona vira um 4 portas mas continua com motor AP. Após rompimento total, Ford lança Focus e Escort Zetec, inclusive SW. VW, por sua vez, nacionaliza Golf, traz linha SEAT espanhola e aventura-se no Turbo com seus 1.0 e 1.8 Turbo. Surge um novo segmento, o das picapes médias, com Mistusbishi L200 e Toyota Hilux importadas. S10, Ranger e outras japonesas vêm a seguir. Fiat lança Marea Sedan e Weekend. Duas gerações de Vectra vem à luz. Mercedes-Benz lança Classe A nacional com muita segurança e tecnologia. Honda Civic e Toyota Corolla tornam-se nacionais. Entre os pequenos, Corsa “2” cresce e Celta vira o novo popular. Presidente Itamar pede volta do Fusca, que retorna de 1993 a 1996. Palio, Palio Weekend e Strada trazem bom design e vendem bem. Siena só emplaca na segunda geração. Ka inova em estilo e Fiesta torna-se o veículo de combate da Ford. Courrier herda consumidores da Pampa.
2001 a 2010 – Década da tecnologia Flex lançada em 2003. Fiat e GM decidem se unir para compartilhar motores 1.8 de 8 e 16 válvulas e transmissões de 5 marchas em vários de seus modelos. Iniciam a parceria nos novos Meriva, Stilo e Montana. Novas marcas se fortalecem: Renault, Peugeot, Citroёn, Mitsubishi, Honda e Toyota. Estas últimas renovam seus Sedans. Honda lança Fit e City. Hyundai se torna um “player” importante. Kia também merece destaque. Terceira geração de Vectra surge com plataforma de Astra. Sedans tornam-se os queridinhos do mercado e Ford arrebenta com o EcoSport. Fiat lança Punto, Linea e Bravo e passa a oferecer câmbio automatizado Dualogic para quase toda a linha. VW Santana e a Quantum se aposentam. Polo e Polo Sedan são lançados como compactos “premium” e agradam. Golf brasileiro se distancia duas gerações do alemão. Jetta / Jetta Variant e Passat / Passat Variant representam a VW no segmento de luxo. Bem como os SUVs Tiguan e Touareg. Porsche inova com SUV Cayenne, Boxter, Cayman e sedan Panamera. Novo Uno aparece para brigar pela liderança de mercado com Gol G5. Chegam primeiros híbridos de luxo pelas mãos de Mercedes e Ford. Década fraca para as picapes grandes, que deixaram F250 reinar praticamente sozinha após saída da Silverado. Década boa para as médias, que ganharam novas opções para concorrer com S10 e Ranger. E chegaram mais perto dos automóveis em desempenho, acabamento e conforto, com câmbio automático e tudo. Troller e TAC fabricam jipes ao estilo do Wrangler americano.
2011 – Bem, a década está só começando e deve ser a década dos chineses e dos coreanos. GM promete revolução completa da linha, Ford promete manter-se global e atualizada, VW empenha-se em manter Gol na liderança. Parati deve aposentar-se e do destino de Golf e Polo nem a própria VW parece estar segura. Sedans devem continuar fortes e com muitos lançamentos nacionais e importados. Peruas minguam e superluxuosos como Bugatti, Koёnigsseg devem continuar chegando. É prometido o Bertin Vorax, superesportivo brasileiro e renovação dos populares, incluindo substituição do Uno Mille, VW menor que Gol, Tata Nano e chineses populares. Coreanos e a japonesa Nissan apostam em compactos mais “premium”. Revoluções? Talvez, pois Eike Batista e a italiana Fiat procuram incentivos governamentais e parcerias para os elétricos.
Ao menos uma coisa é certa: os rumos desta década está em nossas mãos. Cabe a nós exigir produtos eficientes, modernos, seguros, ecológicos e com pós-venda de qualidade!
Fonte: Notícias Automotivas
quinta-feira, 5 de maio de 2011
Versão turbo do Jetta vai para a pista de testes
Sedã responderá por apenas 30% das vendas do modelo, mas tem desempenho que empolga
Olhando assim, por fotos, o Volkswagen Jetta Highline se confunde com a versão de entrada. Exceto pelas rodas aro 17 (opcionais no modelo mais barato) e pelo logotipo TSI na traseira, é praticamente o mesmo carro. Mas basta acelerar para sentir que esse Jetta não tem nada a ver com a versão equipada com o antigo motor 2.0 aspirado do Bora.
A troca é 8 ou 80: você leva um velho motor 2.0 8V de 120 cv ou um 2.0 16V turbo de 200 cv que já foi considerado “N” vezes o melhor do mundo nessa cilindrada. E a diferença é mesmo brutal, tanto no desempenho quanto no funcionamento. Enquanto o 8V é áspero e ruidoso, o 16V turbinado sobe de giro lisinho e fala bonito. O que mais impressiona, porém, é a puxada que esse Jetta dá quando enfiamos o pé no acelerador.
Isso é resultado da curva plana de torque, que oferece 28,5 kgfm de 1.700 até 5.000 rpm, ou seja, quase sempre. Para acompanhar, um câmbio que também é referência mundial: DSG de dupla embreagem e seis marchas, com borboletas para trocas manuais no volante. As mudanças são tão rápidas que, se você estiver dirigindo de forma suave, nem percebe. É o mesmo conjunto usado no Passat, no Audi A3, no TT...
Se alguém ainda não está convencido, vamos para a pista: 0 a 100 km/h em 7 s! (melhor até que os 7,3 s declarados pela VW). São intermináveis 5 s de vantagem para a versão aspirada, que também desaparece no retrovisor nas retomadas. Outra virtude do Jetta TSI surge nas curvas de alta, onde a suspensão multibraços na traseira garante maior precisão se comparada ao eixo de torção do modelo básico. Suspensão e direção são firmes, embora confortáveis no uso cotidiano. É o melhor que a categoria oferece em prazer ao dirigir.
Olhando assim, por fotos, o Volkswagen Jetta Highline se confunde com a versão de entrada. Exceto pelas rodas aro 17 (opcionais no modelo mais barato) e pelo logotipo TSI na traseira, é praticamente o mesmo carro. Mas basta acelerar para sentir que esse Jetta não tem nada a ver com a versão equipada com o antigo motor 2.0 aspirado do Bora.
A troca é 8 ou 80: você leva um velho motor 2.0 8V de 120 cv ou um 2.0 16V turbo de 200 cv que já foi considerado “N” vezes o melhor do mundo nessa cilindrada. E a diferença é mesmo brutal, tanto no desempenho quanto no funcionamento. Enquanto o 8V é áspero e ruidoso, o 16V turbinado sobe de giro lisinho e fala bonito. O que mais impressiona, porém, é a puxada que esse Jetta dá quando enfiamos o pé no acelerador.
Isso é resultado da curva plana de torque, que oferece 28,5 kgfm de 1.700 até 5.000 rpm, ou seja, quase sempre. Para acompanhar, um câmbio que também é referência mundial: DSG de dupla embreagem e seis marchas, com borboletas para trocas manuais no volante. As mudanças são tão rápidas que, se você estiver dirigindo de forma suave, nem percebe. É o mesmo conjunto usado no Passat, no Audi A3, no TT...
Se alguém ainda não está convencido, vamos para a pista: 0 a 100 km/h em 7 s! (melhor até que os 7,3 s declarados pela VW). São intermináveis 5 s de vantagem para a versão aspirada, que também desaparece no retrovisor nas retomadas. Outra virtude do Jetta TSI surge nas curvas de alta, onde a suspensão multibraços na traseira garante maior precisão se comparada ao eixo de torção do modelo básico. Suspensão e direção são firmes, embora confortáveis no uso cotidiano. É o melhor que a categoria oferece em prazer ao dirigir.
Fonte: Auto Esporte
quarta-feira, 4 de maio de 2011
Volkswagen Gol fecha mês na liderança em vendas
As vendas de veículos e comerciais leves no país tiveram queda de 5,48% em relação a março. Se comparado ao mesmo período do ano passado, a variação percentual foi 4,21% positiva. Em abril, foram emplacadas 272.923 unidades ante 288.749 do mês passado. No acumulado do ano, o primeiro quadrimestre fechou com 1.050.641 unidades vendidas contra 1.012.403 em 2010, alta de 3,78%.
Dentre os modelos, o Gol continua na liderança, posto que ocupa desde o mês passado. O hatch da Volkswagen registrou 22.304 vendas contra 22.179 unidades comercializadas do Fiat Uno. No acumulado do ano, o Gol lidera com folga, com 90.844 emplacamentos ante as 83.699 vendas do Uno.
Fonte: Quatro Rodas
Dentre os modelos, o Gol continua na liderança, posto que ocupa desde o mês passado. O hatch da Volkswagen registrou 22.304 vendas contra 22.179 unidades comercializadas do Fiat Uno. No acumulado do ano, o Gol lidera com folga, com 90.844 emplacamentos ante as 83.699 vendas do Uno.
Fonte: Quatro Rodas
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